A TV me diz pra pegar uma faca e enfiar na garganta dela. Pego a faca. Mas na hora da matá-la ela muda de canal. Ela sorri pra mim e pergunta o porquê da faca.
- Vou descascar uma laranja- Respondi.
O canal novo manda eu dançar por aí. EU respondi que não tinha saia. Ela achou que era com ela. ME disse que tinha uma ótima no armário. Tomou mais um lexotan.
Era uma saia de bailarina, rosa, com babados. Eu fiquei pelado e a pus. Entrei na sala dando piruetas, mas minha mulher já estava dormindo. A TV me mandou pegar a faca e acabar de vez com ela, ou pelo menos beber um pouco do sangue dela. A TV dizia que ela estava me chifrando. Eu sabia. Não me importava. Mas por algum motivo aquilo me deu raiva.
Passei a faca pelo corpo de minha esposa. A gente é casado? Sei lá. Se for pra entrar na igreja vou com essa saia. Vou casar com a saia rosa.
Ela acordou de repente.
- Você vai... me matar de novo?
- Ninguém morre duas vezes... Quem mandou me trair vadia?
Enfiei a faca na barriga dela. O sangue jorrou longe. Mas ela continuou viva e começou a me bater. Tapas histéricos de fêmea prestes a morrer.
- to....- balbuciou... Ess... Fi.... Seu... Fi... Puta... (morreu)
Não entendi. Ela estava caida sujando todo meu tapete. A televisão mandou eu dançar. Comecei a rodopiar ao lado do corpo. A TV mandou eu pegar a minha esposa. Era hora do casamento. Botei uma folha de ácido na lígua fria dela. Você aceita esse cacáver como sua legítima esposa? Sem dúvida senhor! E você morta aceita esse demônio psicopata como pessoa amada? ..... Aceitou... Então eu vos declaro viúvo e cadáver. Ponha vaselina antes de foder a morta.
O sangue sujou minha saia enquanto consumávamos nossa união que nem a morte separou.
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