Chega nela e pergunta:
- é verdade o que dizem?
- que dizem o quê?
- que no seu cu pode caber qualquer coisa.
Ela gargalha. Diz pra ele que sim, mas tudo tem seu preço.
Na casa ele começa enfiando uns dedos. Estranha, o dedo fica apertado.
- como um cu tão pequeno consegue agüentar qualquer coisa? Ainda mais sem vaselina nem nada.
- se pagar você consegue por o quê quiser.
Movido pela curiosidade põe cem reais na mão dela e começa enfiando o pau.
Mais vinte reais fist fuck violento com o braço. Cotovelo. Ainda mais. Chegou no ombro ele já estava assustado com a flexibilidade do orifício
Começa à pegar diversos objetos para testar o cu surpreendente. Enfia a perna, canetas, celulares, garrafas pets, a puta não sente nada e o cu sempre dilata. O dinheiro gasto se acumula nas mãos da puta e ele nem se importa, só o cu interessa.
Finalmente, já gastos mil e quinhentos ele enfia a cabeça. Depois da cabeça entram os ombros, tronco, coxas, joelho, só sobram os pés que se despedem do mundo antes de serem sugados para dentro.
Ele some. Ela se manda, como se nada tivesse acontecido, ela ainda pensa, pelo menos esse pagou a conta.
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terça-feira, fevereiro 8
quinta-feira, agosto 19
"Sob ordens" ( remixei, mais tarde atualizo.)
A TV me diz pra pegar uma faca e enfiar na garganta dela. Pego a faca. Mas na hora da matá-la ela muda de canal. Ela sorri pra mim e pergunta o porquê da faca.
- Vou descascar uma laranja- Respondi.
O canal novo manda eu dançar por aí. EU respondi que não tinha saia. Ela achou que era com ela. ME disse que tinha uma ótima no armário. Tomou mais um lexotan.
Era uma saia de bailarina, rosa, com babados. Eu fiquei pelado e a pus. Entrei na sala dando piruetas, mas minha mulher já estava dormindo. A TV me mandou pegar a faca e acabar de vez com ela, ou pelo menos beber um pouco do sangue dela. A TV dizia que ela estava me chifrando. Eu sabia. Não me importava. Mas por algum motivo aquilo me deu raiva.
Passei a faca pelo corpo de minha esposa. A gente é casado? Sei lá. Se for pra entrar na igreja vou com essa saia. Vou casar com a saia rosa.
Ela acordou de repente.
- Você vai... me matar de novo?
- Ninguém morre duas vezes... Quem mandou me trair vadia?
Enfiei a faca na barriga dela. O sangue jorrou longe. Mas ela continuou viva e começou a me bater. Tapas histéricos de fêmea prestes a morrer.
- to....- balbuciou... Ess... Fi.... Seu... Fi... Puta... (morreu)
Não entendi. Ela estava caida sujando todo meu tapete. A televisão mandou eu dançar. Comecei a rodopiar ao lado do corpo. A TV mandou eu pegar a minha esposa. Era hora do casamento. Botei uma folha de ácido na lígua fria dela. Você aceita esse cacáver como sua legítima esposa? Sem dúvida senhor! E você morta aceita esse demônio psicopata como pessoa amada? ..... Aceitou... Então eu vos declaro viúvo e cadáver. Ponha vaselina antes de foder a morta.
O sangue sujou minha saia enquanto consumávamos nossa união que nem a morte separou.
- Vou descascar uma laranja- Respondi.
O canal novo manda eu dançar por aí. EU respondi que não tinha saia. Ela achou que era com ela. ME disse que tinha uma ótima no armário. Tomou mais um lexotan.
Era uma saia de bailarina, rosa, com babados. Eu fiquei pelado e a pus. Entrei na sala dando piruetas, mas minha mulher já estava dormindo. A TV me mandou pegar a faca e acabar de vez com ela, ou pelo menos beber um pouco do sangue dela. A TV dizia que ela estava me chifrando. Eu sabia. Não me importava. Mas por algum motivo aquilo me deu raiva.
Passei a faca pelo corpo de minha esposa. A gente é casado? Sei lá. Se for pra entrar na igreja vou com essa saia. Vou casar com a saia rosa.
Ela acordou de repente.
- Você vai... me matar de novo?
- Ninguém morre duas vezes... Quem mandou me trair vadia?
Enfiei a faca na barriga dela. O sangue jorrou longe. Mas ela continuou viva e começou a me bater. Tapas histéricos de fêmea prestes a morrer.
- to....- balbuciou... Ess... Fi.... Seu... Fi... Puta... (morreu)
Não entendi. Ela estava caida sujando todo meu tapete. A televisão mandou eu dançar. Comecei a rodopiar ao lado do corpo. A TV mandou eu pegar a minha esposa. Era hora do casamento. Botei uma folha de ácido na lígua fria dela. Você aceita esse cacáver como sua legítima esposa? Sem dúvida senhor! E você morta aceita esse demônio psicopata como pessoa amada? ..... Aceitou... Então eu vos declaro viúvo e cadáver. Ponha vaselina antes de foder a morta.
O sangue sujou minha saia enquanto consumávamos nossa união que nem a morte separou.
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