e
meu estomago travamos uma batalha
o tempo todo.
dele contra mim
e
eu contra ele.
meu estomago se vinga de tudo que faço ele passar
e
tenta me fazer desistir
ou
talvez, me detonar.
eu me vingo de ele trabalhar tão mau
e
tento ensinar a ele como deve se portar.
nenhum saí vitorioso.
eu pertenço ao meu estomago
e
ele é meu refém
não vivemos separados.
e
assim vamos juntos
brigando
nos destruindo
um externo ao outro
numa guerra de ódio
sem medalhas
até o nosso fim conjunto.
meu estomago é minha única namorada.
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